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terça-feira, 1 de março de 2011

VOCÊ TEM CARRO FLEX?

Se você está na faixa dos 30 anos deve ter passado boa parte da infância e da juventude embalado pela leitura da economia verde, do combustível verde, do combustível alternativo ao petróleo. Você até deve ter comprado um carro flex.
Pois é? Para quê?
O preço do álcool combustível simplesmente não bate com a lógica.
Uma pergunta: A processo de instalação estruturas de produção do álcool combustível foi totalmente subsidiado. E agora?
Nas mãos da Petrobras mais interessada em vender o petróleo há futuro nisso?


Demetrio Carneiro

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PETRÓLEO A U$200?

É a dedução a partir do título de um post do Pragmatic Capilalism: "Next stop: $200 oil?".
"O Nomura tem uma ótima análise sobre atual situação no Meio Oeste e o risco do petróleo subir para U$200,00. Embora a Líbia seja um grande produtor na região o maior problema pode vir é da interrupção do fluxo na Arábia Saudita. Como dá para ver são eles os maiores produtores.", conforme o post.



Analisando o histórico entre 1986 e 2011 e as reservas da OPEP como uma percentagem da demanda global chegam no seguinte gráfico que indica claramente a pressão exercida sobre o preço do barril nas situações onde os estoques são proporcionalmente baixos. Veja na última coluna à direita a previsão do impacto da crise:


Outro fator apontado como relevante é o tempo de recuperação. Veja neste outro gráfico a duração em meses para a retomada de níveis mais aceitáveis de preço. Não há previsão de recuperação no curto prazo:


Por todos estes argumentos a previsão dos analistas do Nomura é de possíveis aumentos de até U$220,00 no curto prazo e uma tendência a se manter em U$200,00.

Aceitando a argumentação como possível de ocorrer remeto para outro comentário que fiz: Primeiro sobre a possibilidade de importarmos inflação, mesmo que a Petrobras resista bravamente. Em segundo lugar é evidente que, embora muito achem que não há qualquer problema no petróleo custar U$100,00, U$200,00 é um preço de recessão e afetará pesadamente a China. Não há qualquer acaso em Hillary Clinton pousar ao lado de nosso Ministro das Relações Exteriores, Patriota, agora de tarde na coletiva e comentar sobre os fortes interesses em comum.

Enfim o horizonte pode mesmo não estar tão cor de rosa. O preço do petróleo vai se movimentando para cima e é conveniente que as autoridades passem a pensar mais seriamente no ajuste fiscal, mesmo que estejam pensando em comemorar os 10% nominais de crescimento da receita.

Demetrio Carneiro


CRISE ENERGÉTICA EXPÕE A QUESTÃO DA ENERGIA ALTERNATIVA

A crise política que atinge as regiões produtoras de petróleo toca diretamente ao projeto nacional de energia alternativa, assunto de evidente importância estratégica. Rapidamente o mercado vai valorizando investimentos nesta área por todo o planeta.

Seria uma boa hora para um sério debate sobre energia alternativa no Brasil. Até o momento o que vemos é um jogo pesado da Petrobras, em parceria com o governo federal, no sentido do consumo de petróleo. Satisfatoriamente investimentos mais elementares como o do álcool combustível foram postos para escanteio por conta da exportação prioritária de commodities. Energia alternativa só nas incubadoras das universidades ou nas mãos dos amigos do Rei, ops, agora da Rainha, no formato daquelas coisas avançadíssimas que produzem energia queimando petróleo ou carvão.

De uma forma ou de outra enquanto fabricamos mais e mais carros a área plantada de cana-de-açúcar caiu três vezes nos últimos anos. Não terá sido aumento da produtividade. Né?

A Petrobras jura de pés juntos que o preço da gasolina não sobe. Até quando irão resistir à tentação num ambiente onde o choque do petróleo pode se alastrar rapidamente forçando um alta de preços?

Começando a nova legislatura quem sabe suas excelências não resolvem discutir o que realmente é o plano nacional para o uso de energias alternativas. Caso suas excelências tenham assuntos mais importantes quem sabe os partidos não debatem? Ou será que toda a consciência crítica do Brasil ficou depositada na mídia, aquele grilo falante que consegue incomodar a todos.

Na lateral o caráter fortemente recessivo da atual situação mundial. Definitivamente Dilma não inicia seu governo num contexto favorável. Mesmo que a Petrobras decida manter os preços internos, vá onde vá o preço externo do Petróleo, o fato é que a alta chegará até nós via inflação importada. 
Há aqui um risco da meta ser superada, o que reforça a prioridade da restrição da expansão fiscal e das medidas macro-prudenciais. Certamente Dilma terá que ir além do faz-de-conta. Não há espaço para mágicas ou ilusões de ótica, mesmo que sejam do governo.
Convém ficar atentos.

Demetrio Carneiro

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PETROBRAS: CONFUNDNDO GESTÃO REVOLUCIONÁRIA COM GESTÃO TEMERÁRIA

O post abaixo, de Miriam Leitão, mostra com clareza a gestão temerária da Petrobras. Confundida com gestão revolucionária, certamente.
Infelizmente a gestão temerária é praticada justamente pelos representantes, na Presidência Executiva e no Conselho de Administração, da União.
A Petrobras sofre o mal das estatais. É um empresa privada, no sentido legal, mas controlada pelo governo federal e usada por ele para realizar as suas políticas públicas e, agora, partidárias.
A manipulação e a partidarização é que explicam, além da gestão temerária, o completo desrespeito o Estatuto das SAs e a atitude abusiva contra os interesses dos acionistas minoritários. Onde anda a CVM?

Miriam Leitão fala de uma perda patrimonial de R$100 bilhões. Certamente não deve preocupar os cavaleiros que sonham com os benefícios dos trilhões que estão lá no fundo do mar. Convicção que vai se tornando mais e mais apenas deles.

Bom lembrar que Dilma era Presidente do Conselho Administrativo da empresa até pouco tempo atrás. Também é bom lembrar que o atual presidente é Mantega, Ministro da Fazenda, secundado pelo próprio Presidente Executivo, José Sérgio Gabriele , mais Luciano Coutinho, presidente do BNDES, o atual Ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, indicado por Dilma, o ex-Ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, que teve que se demitir do cargo por denúncias, Sérgio Quintela, vice-presidente da FGV e o General Francisco Roberto Albuquerque. Todos são representantes do acionista majoritário , a União, e têm poder de decisão.
Acho que fica muito difícil dizer que o uso eleitoral não é abuso de poder econômico e que não estão usando uma empresa em que a União é majoritária para fazer proselitismo político. Infelizmente as instituições estão anestesiadas e tanto a Justiça Eleitoral como o Ministério Público vivem uma espécie de letargia, admitindo todo tipo de abuso.
Ninguém deve se iludir. O PT e seus aliados não estão brincando em serviço e no seu desespero não se sentirão constrangidos agir assim na Petrobras ou ou em qualquer outro local. Lutam para garantir suas rendas e modo de vida.

Confusão profunda

 
A direção atual da Petrobras é meio lunática. A empresa perdeu quase US$ 100 bilhões de valor de mercado, está sendo mal avaliada em relatórios de bancos, é a única ação que perde do Ibovespa em um ano. Tem suas reservas em águas profundas, área em que no mundo inteiro estão sendo reavaliadas as normas de segurança. Em vez de tratar disso, o presidente da estatal entra na briga eleitoral.

domingo, 22 de agosto de 2010

JAJABRAS, 100% BRASIL!


O texto abaixo é do Adolfo Sachsida, qualquer coincidência não é mero acaso...
Demetrio Carneiro

O Curioso Caso de Jajabras Button

O cinema nos brindou com “O Curioso Caso de Benjamin Button”, filme onde o personagem principal nascia velho e ia rejuvenescendo ao longo da vida. Eu, como escritor de romances, estou escrevendo “O Curioso Caso de Jajabras Button”.

Jajabras Button é uma empresa que, ao contrário de outras empresas, nasce rica. Mas vai empobrecendo a medida que vai ficando mais velha. Jajabras Button nasce sendo dona do negócio mais lucrativo do mundo: petróleo. Tal como Bejamim Button, Jajabras Button vai na direção oposta de seus semelhantes. Enquanto seus rivais precisam fornecer produtos cada vez melhores a preços mais baixos, Jajabras não precisa se preocupar com esse detalhe.

O tempo vai passando, novas tecnologias vão surgindo, mas por alguma razão Jajabras Button vai ficando cada vez mais pobre. O climax do livro ocorre quando Jajabras Button descobre novas reservas de petróleo. Dado que o negócio de Jajabras é exatamente explorar petróleo, seria de se esperar a volta da riqueza para nosso nobre Jaja. Contudo, por uma trama que beira a tragédia grega, quanto mais petróleo encontra mais pobre Jajabras vai ficando.

O livro estava pronto para ser lançado, mas infelizmente estou tendo que brigar na justiça pelos direitos do mesmo. Uma mente maldosa me acusou de plágio, disse que meu livro é uma biografia não autorizada da Petrobras.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MENOS ETANOL, MAIS PROBLEMAS


Abaixo um texto postado no excelente portal EcoDebate. De autoria de Bruno Peron. Transmite um pouco da indignação dos consumidores que se sentem lesados com o movimento vai-e-vem da política governamental para combustível de veículos.
De programa-verde para a indústria brasileira de veículos o etanol vai virando item da pauta de exportações – novamente a exportação de meio ambiente – quando não vira açúcar.
A política de governo era e foi subsidiar o combustível, como foi com o biodiesel, na intenção de encontrar alternativas ao uso do petróleo. Aparentemente o Pré-sal sustenta a mudança na direção do mercado externo, pois, em última instância o que interessa à Petrobras, que só é Estado-do-povo-e-para-o-povo na hora de fazer o que o governo quer, é vender o seu peixe, melhor seu petróleo.
Pelo visto, para as autoridades que cuidam do planejamento da economia, Nova Economia é papo de intelectual que não tem o que fazer.
Demetrio Carneiro


Etanol: Propaganda enganosa


A política de incentivo ao uso de etanol nos convida novamente ao picadeiro. Como se não bastassem os assaltos constantes ao nosso dinheiro, a gasolina será mais vantajosa que o álcool por alguns meses para a decepção dos portadores de carros bicombustíveis (flex). A propaganda a favor da substituição dos tanques de combustíveis foi ostensiva anos atrás. Hoje nem todos os brasileiros temos paciência para fazer o cálculo dos 70% antes de abastecer. Fomos enganados.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento culpou o excesso de chuvas no período de colheita de cana-de-açúcar, que inibiu o corte de mais de 60 milhões de toneladas. A mesma instituição pública federal previu que o mercado de etanol se normalizaria em até 120 dias. Está na moda culpar as chuvas pela incompetência humana no Brasil. Foi assim no apagão de novembro de 2009, que, para mim, não passou de uma conspiração. Evento mal explicado.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A Petrobrás e a Petro-sal

*Nilo de Souza Campos
**José Carneiro da C. Oliveira Neto
Nos últimos meses o governo brasileiro tem manifestado abertamente uma crescente vontade re-estatizante, não limitada ao setor petrolífero e externalizada através de uma política cada vez mais intervencionista em vários setores, tais como eletricidade e telecomunicações. Questão curiosa nesse desejo, de certa forma compartilhado por parte da população, é o fato das privatizações terem dado certo no Brasil, mas, mesmo assim, serem rejeitadas por muitos.
Aproveitando-se da “mística” camada pré-sal, segundo o governo futuro “oásis” da produção petrolífera mundial, Lula e seus amigos pregam abertamente o aumento da participação do governo no capital social da Petrobrás e a criação de uma nova estatal, chamada Pré-Sal. Até aí não há grandes problemas, essa é uma vontade legítima, caso seja compartilhada pela população. Porém, os rumos pretendidos pelo Estado brasileiro para o alcance desses objetivos passam longe da legalidade, e a própria viabilidade econômica da camada pré-sal parece ser mais uma construção política do que um fato financeiro.
O modelo de exploração do pré-sal será feito através do sistema de partilha, onde as empresas privadas que fizerem a exploração ficarão com parte da produção repartindo o remanescente com a união, o que dará ao governo brasileiro o controle quase que total sobre as reservas.
O montante referente à parte do Estado nas reservas será empregado em um fundo que, provavelmente, segundo a ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Russef, servirá para investimentos em infra-estrutura, ciência e tecnologia, educação e cultura.
Para o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, a Petro-Sal contará com no máximo 130 funcionários, entre os quais estarão os melhores especialistas disponíveis no mercado. Porém, o Ministro não explica que instrumentos estarão disponíveis à Petro-Sal para atrair tais especialistas. Como empresa 100% estatal, o único mecanismo legal seria o concurso público. Lobão também não define quem são os “especialistas”, que pelo observado no caso da Petrobrás, e no caso do próprio Ministro, deverão ser “companheiros” fiéis ao governo Lula e que nunca ouviram falar em camadas geológicas ou coisas do tipo.
Todos esses fatos estão diretamente relacionados ao futuro da Petrobrás, que terá direito de exploração sobre a camada pré-sal e também terá a participação governamental aumentada por meio de capitalização da união.
Inicialmente a Petrobrás terá o direito de exploração de cinco milhões de barris, onde o preço de cada barril ainda será definido por meio de auditoria externa. Com a definição dos preços, a Petrobrás emitirá títulos para pagar ao Estado a cessão dos barris e assim capitalizar-se para o aumento da participação estatal no controle da empresa, o que fere diretamente as normas atualmente vigentes. Segundo a legislação corrente, um aumento no capital social deve ser proposto pela empresa em reunião de acionistas, se aprovado, a companhia faz o lançamento público das novas ações. Para evitar que administração e sócios majoritários, em conluio, manipulem a estrutura societária da empresa, há o chamado Direito de Subscrição, garantido pela Lei 6.404/76. Vale ressaltar que, pelo artigo 172 dessa mesma Lei, em alguns casos esse direito pode ser excluído ou ter seu prazo de exercício reduzido, mas o caso da Petrobrás não se enquadra nas situações tipificadas pela Lei.
Segundo o Direito de Subscrição, em caso de novos lançamentos o sócio tem o direito de comprar as novas ações pelo seu valor de subscrição, até o limite de sua participação original no capital social da empresa. Caso não queira exercer esse direito, definido como valor mobiliário pela Lei 6.385/76, o sócio poderá vendê-lo no mercado. A integralização de novo capital deverá ser realizada através da compra, em dinheiro, das novas ações. A permuta de ações por barris não explorados é uma violação do direito dos demais acionistas que, conforme insinua a Ministra da Casa Civil, também terão seu Direito de Subscrição negado, pois: “caso não tenham dinheiro, venderemos a ação para que quisermos”.
Mesmo com toda a euforia das autoridades sobre o pré-sal, uma redução no preço dos combustíveis foi descartada, deixando assim o interesse público e a função de uma empresa estatal, que é o aumento do bem-estar coletivo, de lado.
Para o ministro de Minas e Energia, não é interessante para o governo vender combustíveis a preço de custo, ou abaixo dele, o que contraria o único motivo que justifica a continuidade do controle estatal sobre uma empresa com todas as condições para permanecer no mercado sem a intervenção do governo.
O grande fato relevante é a viabilidade da exploração do petróleo do pré-sal, que a princípio não existe. Segundo relatório do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), o brak-even point do pré-sal estaria entre U$$40,00 e U$$ 50,00 o barril e no intervalo U$$ 50,00 a U$$ 60,00 os investimentos deveriam ser postergados. Ainda conforme o CBIE, com o barril abaixo dos U$$ 70,00 nenhum tipo de participação especial é viável.  Porém especialistas afirmam que quando a exploração estiver em plena atividade, em cerca de 5 a 10 anos, a conversa será diferente.
Um ponto fundamental para a solvência da Petrobrás, e para que a empresa chega aos 10 anos apontados por alguns especialistas como “quando as coisas serão diferentes” diz respeito ao seu capital de giro. Os altos custos e longos prazos envolvidos na exploração da camada pré-sal aumentarão drasticamente a necessidade de capital de giro da empresa, dado a forma como o governo pretende aportar capital, entregando óleo que está na camada, não há esperança de aumento no capital de giro da companhia, que deverá financiar suas necessidades operacionais de recurso, assim como parte dos investimentos, com empréstimos de curto prazo e, em parte, com o lançamento de debêntures que, pela forma discricionária com a qual o governo pretende aumentar sua participação na empresa, deverão remunerar muito bem os possíveis compradores. Somando-se esses fatores com as incertezas quanto à existência de novos mega-campos em outros locais do mundo (não se explorou pré-sal na costa do Oriente Médio) e o impacto que isso teria no preço do barril, além da possível concorrência de novas tecnologias, como o biodiesel por craqueamento, que serão provavelmente viáveis com o preço do petróleo no patamar que transforma o pré-sal em algo sustentável, há duas graves incertezas financeiras ao redor da Petrobrás: primeiro, a provável falta de liquidez para manter as operações, com a criação de uma estrutura de financiamento arriscada; e, segundo, a competitividade do produto da empresa no futuro.
Várias perguntas como, por exemplo, a avaliação dos ativos e o tamanho das reservas ainda não foram esclarecidas, e há, ainda, o fato relevante sobre a nova emissão de ações que atrai a atenção dos especuladores pela incerteza da quantidade ofertada e normas envolvidas.
Os investidores têm grandes dúvidas sobre o que vai acontecer com as ações da gigante brasileira. O mistério sobre as novas regras para exploração e a queda do preço do barril do petróleo no mercado internacional, têm feito com que os papéis da Petrobrás despenquem na Bovespa.
Para grande maioria dos investidores a principal desvantagem da Petrobrás é o controle do governo, que intervém das mais variadas maneiras possíveis, desde as indicações da diretoria feita pura e simplesmente por politicagem, até no controle dos preços dos combustíveis.
Fontes de pesquisa:
BRASIL. Lei 6.404 de 1976.
BRASIL. Lei 6.385 de 1976.
BANIF P. CVC – www.banifinvest.com.br – acessado em 31/08/2009 e 01/09/2009. 
EXAME – www.exame.com.br – acessado em 01/09/2009.
PIRES, A. Pré-Sal: Desafios e Oportunidades. CBIE.
PORTAL G1 – www.g1.com.br – acessado em 31/08/2009.
ROSS, S. A. WESTERFIELD, R. J. JAFFE, J. F. Administração Financeira. Editora Atlas. São Paulo, 2002.
VIEIRA, M. V. Administração Estratégica do Capital de Giro. Editora Atlas, São Paulo, 2008.

*Aluno do curso de Ciências Econômicas da Universidade Católica de Brasília
**Professor da Universidade Católica de Brasília