sexta-feira, 19 de março de 2010
ROYALTIES: EM SINUCA DE BICO LULA ACUSA DEPUTADOS
quarta-feira, 17 de março de 2010
NÓS E AS CIDADES E A UTOPIA
terça-feira, 16 de março de 2010
O BICHO QUE MORDEU DILMA
segunda-feira, 15 de março de 2010
OS DEFESORES DO POVO E SEUS RESULTADOS
“Um dirigente do PT federal listou para o repórter cinco razões que levam a turma de Dilma a contar com um ovo que a galinha ainda não botou:
1. “Se é verdade que os pobres estão satisfeitos com o governo Lula, os muitos ricos também não têm do que reclamar”.
2. “A indústria naval brasileira, que estava quebrada, foi reativada graças às encomendas da Petrobras”.
3. “Grandes construtoras, que entraram em dificuldades com a crise internacional, tiveram acesso a crédito oficial”.
4. “O programa Minha Casa, Minha Vida reativou o setor da construção civil, antes voltado para um filão que agonizava, o de classe média alta”.
5. “Os bancos também não têm do que reclamar. Registraram no governo Lula recordes de lucratividade”.”
Reparem no detalhe: na há classe média! Para esse dirigente do PT o Brasil, a revelia daquilo que indicam os dados do IBGE, é composto por beneficiados pela Bolsa Família e beneficiados pela Bolsa Empresário. Vamos ponto por ponto:
1) Pobres e muito ricos adoram o governo Lula. Quanto aos muito ricos não tenho dúvidas, já aos pobres... bem... segundo o DataFolha é Serra quem ganha entre eles.
2) A “grande” Petrobrás, empresa mais eficiente do mundo, empresa que comanda o monopólio de fato do mercado brasileiro de combustíveis, onde o consumidor brasileiro paga apenas R$ 2,70 por litro de gasolina, enquanto o consumidor americano, país com péssimos hábitos de concorrência e empresas bem menos eficientes, pagam exorbitantes R$ 1,35 por litro. Com certeza os donos da indústria naval estão felizes, talvez seus empregados também, já o resto... bem... o resto é resto.
3) Com certeza o governo Lula deixou grandes construtoras bem felizes. Nem quando o TCU evidência superfaturamentos a obra para. Pergunto: dá para ficar triste? Agora, já quem precisa comprar um imóvel... bem... esse não deve estar tão feliz assim. Mas ele não importa, faz parte do resto.
4) Como se pode ver, o Brasil não é para todos. O filão agonizante, que, aliais, é quem sustenta o governo, não é lá muito importante. A propósito, esse programa está muito, mas muito, mas muito longe de sua meta.
5) Verdade, os banqueiros estão muito felizes com Lula.
O resultado do PIB, já comentado no blog, demonstrou o fracasso das tais políticas de incentivo. O resultado favorável aconteceu exatamente no setor que não recebeu incentivos (serviços), por sua vez, como diz o petista acima, banqueiros, empreiteiros e os donos das grandes fortunas, que foram todos devidamente protegidos da crise, têm motivos para felicidade. Não é difícil pensar em quem pagou a conta.
Abs
José Carneiro
PROGRMA DE GOVERNO: UMA QUESTÃO DE OLHAR.
Retaliação Analfabeta
O governo brasileiro, aquele que não gosta nem de história nem de conhecimento, mas deseja regular o que é ou não cultura, incluiu livros na pauta de retaliações aos EUA. Isso mesmo, livros!!!!
Nunca antes nestepaiz (como diria Reinaldo Azevedo) um governo agiu segundo a crença de que reduzir o acesso ao conhecimento deixa as pessoas melhores. Ao menos antes, sabia-se que elas ficariam piores.
Qual o próximo pessoas? Queimar obras “made in USA”?!
Cada vez mais nos aproximas do III Reich, ou da URSS (a diferença é só que o primeiro matou menos inocentes), e nos afastamos da democracia e do Estado de Direito.
Lamentável! Rezo para que tanto Serra quanto Aécio (este ao menos em memória e respeita à luta de seu avô) percebam a fundamental importância desta eleição, e deles, para o nosso futuro como democracia.
Abs
José Carneiro
domingo, 14 de março de 2010
LULA DEVE DESCULPAS AO POVO BRASILEIRO
sábado, 13 de março de 2010
EXPERIÊNCIA SOCIALISTA
Autor desconhecido
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular insistia que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'. O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Em vez de dinheiro, usaremos suas notas nos testes."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e, portanto, seriam 'justas'. De saída os alunos concluíram então que todos receberiam as mesmas notas e deduziram que ninguém repetiria. Era provável que ninguém tiraria um A, mas os de boa fé não levaram isso em consideração, acreditavam era que justo, afinal: “de cada uma de acordo com suas capacidades, para cada um de acordo suas necessidades!”. Os de boa fé realmente acharam que todos estudariam.
Depois que a média das primeiras provas foi calculada, todos receberam B. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também aproveitariam o ”trem da alegria” das notas. Portanto, agiram contra suas tendências e copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média dos testes foi D.
Ninguém gostou!
Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. Uns acusavam outros de não se dedicarem o suficiente, que eles era obrigados a não sair nos fins de semana, por pouco não houveram agressões físicas. A busca por “justiça social”, com base em velhas crenças socialistas, dos alunos resultou em reclamações, inimizades e senso de injustiça. No fim das contas, ninguém mais queria perder noites e fins de semana em estudos interminável para depois ter a mesma nota daqueles que gastaram o tempo com diversão e praia.
Resultado:contrariando a expectativa inicial, todos os alunos foram reprovados!
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado por recompensar o menor esforço, enquanto punia o maior. Aqueles que se empenhavam carregavam todo o custo, mas apenas uma pequena fração do benefício. Por sua vez, os que pouco ou nada faziam colhiam uma parcela dos benefícios sem que tivessem incorrido em custos. Preguiça e mágoas foram resultado final. Sempre haveria fracasso em experiências com premissas semelhantes as do experimento.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.



